Mas, é possível traçar alguns caminhos que tendem a ser essenciais para o setor.

Muito temos ouvido falar da necessidade de ser omnichannel, que resumidamente significa juntar múltiplos canais para uma gestão unificada. Mas quantos canais o varejo explora hoje? Majoritariamente, temos duas, representada pela oferta da loja física e do site de e-commerce.

Para entrar nessa nova era de consumidores mais preocupados com compras sem contato, existem outros canais que serão atrativos para os próximos anos.

Canais digitais

WhatsApp

Instalado em praticamente 99% dos smartphones no Brasil, durante a pandemia quem não se pegou procurando o WhatsApp de alguma loja para tirar dúvidas, receber mais informações sobre um produto ou serviço?

A ferramenta já liberou até catálogo e links para direcionar e finalizar a venda, oferecendo mais conforto ao público que prefere a interação com um atendente. Outras plataformas de chat, como Facebook Messenger e Telegram também permitem essas operações.

Lives

Em meio à explosão de lives que tomaram o lugar de eventos presenciais durante a pandemia, uma nova tendência de consumo chama atenção. Alguns têm chamado de “live commerce”, outros de “live shopping”, que se resume no conceito de aproveitar transmissões em vídeo para comercializar produtos. Imagine, por exemplo, estar assistindo à sua cantora favorita e poder comprar o batom que ela está usando sem perder nenhum minuto da transmissão?

Marketplaces

Impossível falar do varejo na pandemia sem pensar na nova versão online dos shoppings, os marketplaces. Essas plataformas ganharam extrema relevância, permitindo que pequenos e médios varejistas conseguissem muito vender online, mesmo sem dispor de site e estrutura logística, por exemplo.

E dado o alto fluxo que já trafega em suas plataformas, viram naturais geradores de “tráfego” digital para os produtos dos varejistas que lá estão.

Facebook e Instagram

Por serem canais com forte presença de consumidores de diversos tipos, grandes marcas já têm apostado suas fichas para se destacarem nestas redes sociais. Ambas já possuem integração de lojas e catálogos para impulsionar ainda mais as vendas. O ponto forte aqui é procurar onde seu cliente já está e disponibilizar mais uma forma rápida e segura de compra.

QR Code e carteiras digitais

O pix, recém-lançado pelo Banco Central, assim como as carteiras digitais, apesar de não serem exatamente um canal de vendas, simplificaram e aumentar a segurança dos pagamentos a distância, evitando a digitação de dados de cartão de crédito, substituindo por códigos de barras bidimensionais gerados uma única vez para cada transação.

Muitas vezes, passam a ser um jeito rápido de gerir uma venda por canais ainda não integrados aos sistemas dos varejistas.

Não podemos mais ser pegos de surpresa, então é hora de estar prontos para as adversidades, manter o propósito da sua marca bem definido e estar aberto para experimentar, descobrir e aprender, sendo capaz de reagir com agilidade às mudanças de um mundo dinâmico.

Sabemos que serão cheios de desafios, mas que nos próximos meses desse 2021 tão esperado, o Varejo que é um dos grandes pilares da nossa sociedade, seu papel permanecerá sólido, independente das transformações econômicas do país. E que as empresas que se destacarão nos próximos anos são aquelas que mais investirem na capacitação dos seus colaboradores e na inovação de seu atendimento, bem como seguir as tendências do mercado varejo no Brasil.

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